O dashboard é um erro de categoria. O trabalho médico não é controlo de tráfego aéreo. A cadência é semanal, as decisões são reversíveis e o público são duas ou três pessoas que conhecem cada jogador há anos.
No inverno passado, redesenhámos a nossa página principal para se ler como uma página impressa. Fundo creme, linhas pautadas, as observações do dia na margem, dois valores em destaque no topo e uma tabela discreta de nomes. Ninguém pediu. Todos passaram a usar mais.
A lição não é estética. A lição é que uma ferramenta que compete pela atenção perde para a conversa entre o médico e o jogador. Uma ferramenta que se retira devolve atenção à conversa. Desenhamos o Omen para se retirar.