Terminámos a nossa primeira época piloto completa em maio e quisemos partilhar o que aprendemos — de forma direta, antes de a próxima começar. Este não é um texto de marketing. Os números abaixo provêm do mesmo balanço interno que partilhamos com o nosso parceiro a cada trimestre.
Ao longo da época que a equipa médica disputou com o Omen, as lesões musculares sem contacto diminuíram cerca de trinta por cento face à sua própria linha de base das duas épocas anteriores — mesmo plantel, mesmo contexto de treino. Encaramos este número com prudência: uma época, uma equipa. Ainda não estamos prontos para reivindicar uma tendência, apenas para reportar o que lemos.
O que nos surpreendeu menos, e nos tranquilizou mais, foi a consistência do porquê. Em mais de nove em cada dez casos em que o Omen assinalou um jogador com risco elevado a sete dias, pelo menos um elemento da equipa médica tinha registado de forma independente uma preocupação na mesma semana. Não estamos a introduzir informação nova. Estamos a trazer à superfície o que a equipa já intuía — a tempo de agir.
O resultado menos glamoroso é que o maior ganho não está na precisão preditiva, mas no tempo. A equipa médica com quem trabalhamos reportou recuperar, em média, três horas por pessoa por dia que antes se perdiam em relatórios manuais e conciliação entre ferramentas. Três horas que passaram a ser dedicadas aos jogadores.
Integramos um número reduzido de novos parceiros a cada época. Se quiser conversar sobre isso, sabe onde nos encontrar.