Todos os departamentos médicos e de performance conhecem os principais fatores de risco das lesões musculares sem contacto: lesão anterior no mesmo local, défice de força excêntrica, subidas abruptas de distância a alta velocidade e fadiga acumulada.
Como demonstram o UEFA Elite Club Injury Study e as meta-análises publicadas no British Journal of Sports Medicine, a prevenção funciona quando a avaliação de pré-época alimenta a decisão diária.
Porque é que os protocolos preventivos perdem continuidade após setembro
Na pré-época todos os jogadores realizam testes de força e mobilidade. Mas quando o calendário aperta, o acompanhamento individual perde-se por falta de tempo e dispersão de ficheiros.
- Falta de ligação direta entre o sinal matinal (queixa nos adutores + pico de desacelerações ontem) e o plano de treino do preparador físico.
- Ausência de registo versionado sobre o trabalho preventivo efetivamente cumprido no ginásio.
- Comunicações verbais tardias à equipa técnica dez minutos antes do início do treino.
Ligar a leitura matinal à adaptação concreta da sessão de treino
Com o Omen Performance, quando um jogador acumula sinais de alerta, o staff associa em segundos um protocolo preventivo versionado (trabalho excêntrico pré-treino, teto de alta velocidade ou saída planeada da última parte do exercício) e acompanha a sua execução.